Organizações se mobilizam para chamar a atenção, no Brasil, sobre a segunda maior ameaça à saúde pública mundial

No dia 14 de agosto é celebrado o dia do combate à poluição, em referência ao primeiro marco legal de controle de poluentes no país, o Decreto-Lei 1.413 de 14 de agosto de 1975. A data tem por objetivo alertar as pessoas sobre os graves problemas ambientais que enfrentamos atualmente e buscar medidas para conter a degradação do nosso planeta. A poluição do ar, por exemplo, é considerada a segunda maior ameaça à saúde pública após o Covid-19, um problema global que afeta em especial as crianças: hoje, 93% das crianças no mundo respiram ar com níveis acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

De olho nessa questão e visando debater publicamente este tema, o Instituto Alana e o Parents For Future lideram a campanha #LivreParaBrincarLáFora (#FreeToPlayOutside), um movimento global de conscientização para tornar a poluição do ar mais visível para todos. Por isso, as ações da campanha preveem sensibilizar e engajar pais, mães e responsáveis sobre os impactos da poluição do ar na saúde das crianças, que têm os pulmões muito pequenos. Isso faz com que elas precisem respirar mais vezes por minuto do que um adulto inalando, dessa forma, mais poluentes que podem acarretar em problemas como asma e complicações pulmonares, além de danos ao desenvolvimento físico e cognitivo ao longo de toda a vida.

Canecas Personalizadas

“Há 46 anos já tínhamos políticas falando sobre a necessidade de controlar os poluentes, mas o cenário que vemos hoje é ainda alarmante. Esta data é importante para lembrarmos que não existe vacina para evitar os problemas decorrentes da poluição do ar, que vão continuar levando vidas e gerando doenças crônicas após essa pandemia. A solução está em pararmos o problema na fonte, ou seja, dos escapamentos, chaminés e queimas de onde saem a maioria desses poluentes. Convocamos toda a sociedade para se juntar a essa campanha, garantindo o direito das crianças a um ar limpo e a uma vida saudável”, ressalta JP Amaral, coordenador do programa criança e natureza, do Instituto Alana.

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