Documento divulgado na COP26, em Glasgow, faz parte de uma iniciativa dos Investidores Pelo Clima, a favor de políticas de baixo carbono e colaboração entre setores públicos e privados no Brasil

A SulAmérica Investimentos se posiciona a favor do clima ao assinar uma declaração pública firmada por um grupo de 18 investidores brasileiros, com mais de R﹩ 873 bilhões de ativos sob gestão, lançada em Glasgow, na semana passada (3/11), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26.

O documento faz parte da iniciativa Investidores Pelo Clima (IPC), promovida pela SITAWI Finanças do Bem, consultoria especializada em Finanças Sustentáveis com apoio do Instituto Clima e Sociedade. A declaração destaca a necessidade urgente de colaboração entre os setores públicos e privado para a redução das emissões de gases do efeito estuda (GEE), além do fortalecimento da fiscalização ambiental para o fim do desmatamento ilegal no Brasil.

Canecas Personalizadas

“O posicionamento das assets sinaliza para o mundo que os investidores brasileiros também estão atentos às mudanças climáticas. Eles entendem a importância desta transição econômica, uma vez que detém o capital para financiar um modelo de desenvolvimento sustentável e alinhado aos compromissos do Acordo de Paris”, afirma Tatiana Assali gerente de Programas em Finanças Sustentáveis da SITAWI.

Para o vice-presidente de Investimento, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello, a iniciativa não só mostra alinhamento do mercado financeiro à agenda ESG como também reforça o compromisso dos gestores com a sociedade.

“O enfrentamento da crise climática é um grande desafio para o setor financeiro, pois pode colocar em risco sua estabilidade e o modo como conduzimos nossos negócios atualmente. O papel de iniciativas como o IPC é extremamente relevante, pois traz a urgência da ação e do direcionamento de capital para ações efetivas no enfrentamento, ao mesmo tempo em que formalizam uma agenda prioritária junto às empresas, investidores e governo. Apoiamos e endossamos a declaração por entendermos que está alinhada à agenda ESG da SulAmérica Investimentos e com os compromissos assumidos com nossos clientes e com toda a sociedade”, afirma Mello.

A SulAmérica Investimentos, faz parte do grupo SulAmérica, que iniciou a jornada de integração de sustentabilidade em sua estratégia há mais de dez anos, orientada por compromissos como os Princípios para o Investimento Responsável (PRI), os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) e o Pacto Global da ONU.

“A SulAmérica aplica as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) na sua jornada de transformação, incluindo o desenvolvimento de produtos e serviços, que geram impacto positivo não apenas para os públicos com os quais se relaciona, como clientes e colaboradores, mas também para o ecossistema de forma mais ampla”, destaca Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade ASG na SulAmérica.

Fórum Chapter Zero Brasil

O Chapter Zero Brasil é o capítulo brasileiro da rede global Climate Governance Initiative (CGI) lançado, em março deste ano, pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), como desdobramento de um grupo de trabalho do Fórum Mundial Econômico. A rede global mobiliza mais de 100 mil conselheiros em cerca de 20 países e busca fomentar a importância da governança climática dentro das organizações para questões relacionadas ao meio ambiente.

No Brasil, dentro de uma das frentes de atuação da iniciativa, foi criado o Fórum Chapter Zero, com o objetivo de reunir conselheiros de empresas listadas na troca de experiências e desafios na pauta climática aplicada as decisões estratégicas dos negócios. O Fórum é liderado pela Conselheira e presidente do Comitê de sustentabilidade da SulAmérica, Cátia Tokoro, e Tomás Carmona, Superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica.

“O Fórum Chapter Zero Brasil busca estimular a troca de práticas entre Conselhos de Administração das principais empresas de capital aberto do Brasil, em relação ao desafio da mudança climática na estratégia de negócios e sustentabilidade das organizações, independentemente do setor”, ressalta Cátia Tokoro.

Para Tomás Carmona, é fundamental o compartilhamento de experiências das estratégias climáticas das empresas brasileiras para fazermos uma transição para uma economia mais resiliente e de baixo carbono.

“Conselheiros e executivos tem buscado cada vez mais alinhamento junto aos desafios das questões climáticas aplicada à estratégia e execução dos negócios, seja por uma ótica de risco ou de oportunidade, dentro da natureza setorial e regional, com seus diferentes impactos”, finaliza Tomás.

 

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