Nove de cada dez entrevistados querem se manter informados sobre a qualidade do ar em seus escritórios, mas somente 15% recebem informações regularmente

Cerca de três de cada quatro trabalhadores de escritórios entrevistados se dizem preocupados com a Qualidade do Ar no Interior dos Edifícios (IAQ, na sigla em inglês), de acordo com uma pesquisa lançada hoje pela Honeywell (Nasdaq: HON). O estudo “Qualidade do Ar no Ambiente de Trabalho: Surge uma Preocupação Mundial” apresenta os resultados da segunda “Pesquisa Anual de Edifícios Saudáveis da Honeywell”, que recentemente questionou 3 mil trabalhadores de prédios corporativos com mais de 500 funcionários em diversos países.

Os resultados mostram que os trabalhadores entrevistados se preocupam com o impacto da qualidade do ar no seu bem-estar e querem mais informações de suas empresas. Mais de seis em cada dez (62%) deles recebem relatórios com dados de IAQ ocasionalmente — ou nunca — e somente 15% recebem atualizações em tempo real. Cerca de dois terços (62%) dizem que deixariam seus empregos caso suas empresas não tomem medidas para criar um ambiente interior mais saudável.

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A pesquisa apresenta comparações de diferentes mercados e locais de trabalho, como edifícios corporativos, hospitais, aeroportos, escolas e hotéis. Entre os resultados mais importantes do estudo estão:

  • A grande maioria (89%) dos entrevistados concorda que a qualidade do ar que respiram tem um impacto direto na saúde e bem-estar. Quase todos (98%) acreditam que um índice de IAQ seguro inclui ao menos um benefício: uma melhor saúde de forma geral (62%); menos alergias, menos coriza e tosse (60%); menor exposição a agentes contaminantes do ar (57%); uma melhor saúde de maneira geral (53%); e melhor produtividade e resolução de problemas (43%).

 

  • Mesmo assim poucos entrevistados de todos os mercados pesquisados recebem atualizações regulares da qualidade do ar em seus edifícios. Enquanto quase um terço (29%) dos C-level executivos recebem relatórios frequentes, somente 13% dos trabalhadores que não são C-level são ativamente informados. Quase dois terços (64%) dos trabalhadores de cargos inferiores recebem informações raramente, nunca, ou apenas às vezes – nos melhores cenários.

 

  • Quase todos os trabalhadores entrevistados (90%) consideram ao menos de alguma forma importante serem mantidos informados sobre a qualidade do ar de seus edifícios. Isto inclui 65% dos que consideram isso muito ou extremamente importante.

 

  • Cerca de dois a cada cinco entrevistados (41%) podem identificar com exatidão todos os fatores que contribuem para a qualidade do ar nos escritórios. Mais de um terço (36%) não sabe que o nível de CO2 é um dos fatores que determinam o IAQ, e 41% não estão cientes que a umidade tem um papel.

“Estes resultados sugerem que os trabalhadores de todas as regiões estão cientes de que a qualidade do ar nos escritórios pode afetar seu bem-estar e esperam que as empresas tomem medidas — tanto para melhorar o IAQ como para mantê-los melhor informados”, disse Doug Wright, presidente e CEO, Honeywell Building Technologies. “Em um mercado de trabalho competitivo, demonstrar um esforço para criar um ambiente de trabalho mais saudável pode ser uma vantagem para atrair e reter colaboradores. Cada dólar investido em melhorar a qualidade do ar do ambiente de trabalho, monitorar os dados de IAQ e comunicá-los aos colaboradores é um dólar gasto estrategicamente”.

Para ler o relatório completo, “Qualidade do Ar no Ambiente de Trabalho: Surge uma Preocupação Mundial”, por favor clique aqui.

Metodologia

A pesquisa da Honeywell foi conduzida pelo Wakefield Research com 3 mil trabalhadores de escritórios em edifícios com mais de 500 colaboradores em seis mercados — ASEAN, Alemanha, Índia, Oriente Médio, Reino Unido e EUA — entre 17 de dezembro de 2021 e 11 de Janeiro de 2022, usando um convite de email e um formulário online.

Os resultados de cada amostra estão sujeitos a variação de amostragem. A magnitude da variação é mensurável e é afetada pelo número de entrevistas e o nível de porcentagens expressando os resultados. Para as entrevistas conduzidas neste estudo, as chances são de 95 em 100 que um resultado da pesquisa não varie, para mais ou menos, em mais de 4,4 pontos percentuais do resultado que seria obtido se as entrevistas tivessem sido conduzidas com todas as pessoas no universo representado pela amostra.

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