Segundo a SolarVolt, as principais distinções entre os dois modelos estão relacionadas às possibilidades de negociação de preço, volume e fonte a ser contratada

Hoje, o setor elétrico brasileiro se divide em dois grandes ambientes de contratação para a compra e venda de energia: o mercado cativo e o mercado livre. Frente a isso e aos altos reajustes na conta de luz, a SolarVolt, elencou as principais diferenças entre os modelos e as possibilidades de negociação de cada um deles.

O mercado cativo ou Ambiente de Contratação Regulada (ACR) é o mais comum e mais usado pela maioria dos consumidores. O modelo é destinado a residências ou empresas com demanda abaixo de 500 kW por mês, que adquirem energia por meio da distribuidora local, com tarifas pré-estabelecidas e sem a possibilidade de negociar fornecedores ou valores.

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Já no mercado livre, os consumidores têm a liberdade de negociar o volume, preços, prazos e o tipo de fonte de energia a ser contratada diretamente com geradores e comercializadores, encontrando tarifas mais competitivas. A modalidade é destinada para consumidores com cargas elevadas, acima de 500 kW mensais.

Além dessas duas modalidades tradicionais, ainda existe outra possibilidade para os consumidores que querem fugir dos altos preços do sistema, que é a geração própria de energia. De acordo com a companhia, investir na construção do seu próprio sistema solar pode proporcionar até 90% de desconto na conta de luz e ser uma segunda fonte de renda com a venda de parte da sua produção para terceiros.

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